October 9 2013

Anna Raphaela Drumond

Inglês e Faculdade: a importância do idioma na vida acadêmica

Falar outras línguas é sem dúvida muito importante, não só para a vida pessoal, mas para a vida profissional também. Neste caso podemos citar áreas em que o inglês é essencial, e não apenas um “extra” no currículo. Dentre elas estão as áreas de comunicação, engenharia, ciências e administração e marketing. Nos dias de hoje, o mercado de trabalho exige da maioria dos profissionais uma segunda língua, e a primordial é o inglês.

Fora a questão do mercado de trabalho, há ainda uma etapa a ser cumprida para quem deseja o sucesso profissional: a faculdade. É durante o curso que escolhemos que iremos aprender as questões mais importantes da carreira e saber como lidar com o dia-a-dia da profissão. Neste aprendizado o inglês é frequentemente exigido, seja na linguagem de algumas áreas ou nos textos, vídeos e apresentações acadêmicas.

Há diferença no aprendizado?

O conhecimento acadêmico, ou seja, o que se ensina nas universidades, há muito vem usando uma língua específica. Antigamente usava-se o latim, depois, o francês e o alemão. Do século passado para cá, essas línguas perderam o lugar para o inglês, que ganhou a preferência dos autores e pesquisadores. A globalização e a Internet criaram a demanda por profissionais e alunos que falassem o inglês para que o conhecimento prosperasse. E os alunos que não falam inglês, deixam de ter acesso a informações relevantes para a sua formação.

Quem fala inglês e faz faculdade, além da possibilidade de aprender mais sobre a sua profissão através do acesso a textos, vídeos e outras fontes de informação, ainda pode desfrutar de outro recurso amplamente oferecido nas faculdades hoje em dia: o intercâmbio. Algumas faculdades fecham parceiras com empresas privadas para oferecer oportunidade aos alunos de estudar em outro país. Há também programas do governo que oferecem o intercâmbio para quem faz faculdade, como por exemplo, o Ciência sem Fronteiras do Ministério da Educação (MEC).  Porém, é uma exigência mínima de todos os programas que o aluno fale inglês.

Outro exemplo da importância do inglês na faculdade é a necessidade de falar essa língua para executar uma tarefa essencial para a sua formação, a pesquisa. Geralmente, pesquisas acadêmicas são feitas nos últimos anos, mas também podem ser feitas a partir do primeiro ano, dependendo da universidade. Para desenvolver uma pesquisa sobre um dado tema, é necessário falar inglês, tanto para se consultar materiais – que às vezes só estão disponíveis em inglês – como também para escrever o trabalho de sua pesquisa, ou parte dela. Mesmo que um tradutor faça essa parte, é importante que o autor da pesquisa, ou seja, você, saiba o que está escrito, certo? Para não correr riscos, o melhor é que você á esteja preparado para esta etapa, não é verdade?

Ainda não falo inglês e já faço faculdade. Como começar?

Mas por onde começar se você ainda não fala inglês? Fazer um curso de inglês, fazer uma viagem de intercâmbio, tentar aprender sozinho…? O que é melhor para você? Conheça aqui algumas opções com os melhores cursos de inglês disponíveis no Brasil. Essa resposta você pode encontrar experimentando, e verificar qual método que o deixa mais a vontade para estudar inglês. Há muitas formas de se conseguir, porém há um consenso: ter disciplina é mais que fundamental. Veja aqui algumas dicas para se dedicar ao aprendizado.

E o mais importante de tudo é não ter receio do novo. A vida acadêmica é feita de experimentações. Não tenha medo de aprender inglês ao mesmo tempo que faz uma faculdade ou se prepara para entrar em uma achando que será muito difícil para você. Você escolhe seus limites para superá-los e não para que eles o/a impeça de conquistar o que sonha. Aprender inglês para entrar na faculdade só vai lhe trazer benefícios, disso você pode ter certeza. Comece agora mesmo a pesquisar e a estudar inglês, invista em seu futuro. Seu sucesso é garantido!

Sobre o autor: Anna Raphaela Drumond

Anna Raphaela Drumond, tradutora e escritora, nascida no Rio de Janeiro. Apaixonada por línguas, em especial pela língua portuguesa e inglesa, trabalha como tradutora, revisora e escritora desde 2005. É estudante de Letras Português/Inglês da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

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